Relação começou com o pai, atravessou gerações e segue viva nas lembranças, no atendimento e na confiança construída ao longo dos anos.
Há lembranças que resistem ao tempo. Dona Irene ainda se recorda de quando a Gazin funcionava em uma pequena casa de madeira em São José do Rio Claro (MT). Lembra dos fogos que seu Mário soltava na rua, das festas para as crianças, do papel picado espalhado pela loja, da pipoca e dos picolés distribuídos. A loja mudou, os produtos também, mas uma coisa permaneceu: a relação de confiança de sua família com a Gazin.
Essa história começou com seu pai, Daniel Turra, um dos primeiros clientes da Filial 05 da Gazin, em São José do Rio Claro. Dona Irene é filha única de Daniel e cresceu acompanhando de perto essa relação. Com o passar dos anos, ela também se tornou cliente, dando continuidade a um vínculo que atravessou gerações.
Naquele tempo, as necessidades eram outras. Entre as primeiras compras da família estavam geladeiras Consul, ferros Black, rádios Motorola, jogos de panelas, pratos, camas e guarda-roupas. Dona Irene recorda que alguns produtos faziam parte de uma realidade muito diferente da atual, quando o acesso à energia elétrica ainda era limitado na região.
Mais do que os produtos adquiridos, porém, foram as experiências vividas ao longo dos anos que permaneceram na memória. Dona Irene guarda com carinho as recordações das ações promovidas pela Gazin, especialmente das festas destinadas às crianças.
As lembranças ganharam também uma forma física. Durante todos esses anos, Dona Irene preservou capas de antigas edições da revista da Gazin, publicação que antecedeu o atual Giro Gazin. Entre elas está uma edição da época do Carnaval e registros que despertam histórias de outros tempos.

Ela também se recorda de um detalhe que aparecia nas publicações e ficou marcado em sua memória: o slogan “Sempre fazendo o melhor pra você”.

Para o gerente da Filial 05, Nayrone Costa Andara, descobrir que uma cliente ainda preservava esses registros depois de tantos anos teve um significado especial para toda a equipe.
“Foi como resgatar um pedaço da nossa própria história. Para a equipe, trouxe orgulho, emoção e a certeza de que fazemos parte de uma empresa que construiu uma trajetória sólida, deixando marcas na vida das pessoas e da comunidade”, afirma. “É uma lembrança de onde começamos e uma inspiração para continuarmos construindo essa história.”

Os produtos mudaram, a confiança permaneceu
A relação iniciada por Daniel continuou com a filha e também alcançou os demais integrantes da família. Dona Irene conta que os quatro irmãos mantêm ligação com a Gazin — diretamente ou por meio de suas famílias.
Décadas depois das primeiras compras feitas pelo pai, ela continua escolhendo a empresa. E faz questão de deixar claro que pesquisa antes de comprar. Entre as razões para continuar voltando estão os preços que encontra e, principalmente, o relacionamento construído com quem trabalha na loja.
Ao falar da Gazin, Dona Irene não se lembra somente de móveis ou eletrodomésticos. Lembra de pessoas.
Entre os nomes citados com carinho estão as vendedoras Ivonete e Maria Aparecida de Lima, além de Maria Lúcia, lembrada pelo atendimento e pelo cafezinho que ajuda a tornar cada visita mais acolhedora. Ela também recorda outros profissionais que passaram por sua trajetória como cliente e faz questão de elogiar Nayrone Costa Andara, atual gerente da Filial 05.

São detalhes aparentemente simples — uma conversa, um atendimento atencioso, um cafezinho — que, somados ao longo de décadas, ajudam a explicar por que a relação iniciada pelo pai permanece viva com a filha.
Para Nayrone, histórias como a de Dona Irene mostram que confiança não é conquistada em uma única venda.
“Uma relação de confiança que atravessa décadas é construída com respeito, compromisso e verdade. O cliente precisa sentir que não é apenas mais um número, mas alguém importante para a empresa. Quando existe bom atendimento, responsabilidade com o que é prometido e presença em todos os momentos, a confiança se fortalece”, destaca.
Hoje, Dona Irene trabalha como vendedora de joias e continua frequentando a Gazin, pesquisando preços, conversando com os vendedores e mantendo uma relação que começou muito antes de suas próprias compras.
As antigas capas que ela preserva ajudam a contar essa trajetória. Mais do que registros de uma publicação de outros tempos, elas guardam capítulos de uma história que começou com seu Daniel, passou para a filha e permanece viva décadas depois.
Como resume Nayrone: “É isso que faz uma empresa permanecer na vida de uma família por gerações.”